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O futuro da humanidade está nas tecnologias que auxiliam pessoas a terem uma rotina mais prática e ágil. E, nesse sentido, as tendências relacionadas a algoritmos capazes de antecipar tendências, automatizar processos e eliminar a necessidade de pessoas executarem processos manualmente são uma peça-chave.

Algumas delas, como é o caso do Big Data, se aproximam da inteligência artificial, ao permitir que negócios consigam prever tendências e ter um maior conhecimento sobre o mercado. Assim, a empresa consegue preparar-se para mudanças nas suas estratégias com mais facilidade e, ao mesmo tempo, gerar diferencial competitivo para os seus produtos.

Entre todas as tendências de TI para os próximos anos, poucas têm um potencial tão grande quanto a inteligência artificial. Algoritmos que permitem a um computador responder automaticamente a variáveis do ambiente e a comandos do usuário estarão cada vez mais presentes no nosso dia a dia, indo dos veículos autônomos a ferramentas para o ambiente corporativo.

Isso causará um grande impacto no nosso dia a dia e na maneira como lidamos com várias ferramentas e dispositivos. O número de acidentes automobilísticos deve cair, a performance de empresas será ampliada e os custos operacionais relacionados a uma série de rotinas cairão consideravelmente.

Ficou curioso e quer saber como a inteligência artificial impacta e continuará impactando a nossa rotina? Então confira o nosso post de hoje!

A inteligência artificial atualmente

A inteligência artificial é uma das tecnologias que evoluem em um dos maiores ritmos da atualidade. Os algoritmos baseados nessa tecnologia tornam-se mais inteligentes a partir do auxílio de tecnologias de Big Data, a computação na nuvem e o aprendizado de máquina. Elas permitem o uso mais eficaz de todas as informações disponíveis atualmente graças à popularização das redes sociais, de dispositivos da Internet das Coisas e dos smartphones.

Uma vez que todos esses registros são coletados, quem atua na área faz com que cada byte seja classificado, analisado e unificado com outras informações. Isso permite a identificação de padrões, a previsão de ações e a criação de um conjunto de rotinas a serem tomadas a partir de padrões do ambiente em que o dispositivo ou software se encontra.

Alimentando algoritmos com dados, pesquisadores tornam máquinas mais inteligentes e responsivas. Isso leva o computador a atuar de uma nova forma: em vez de esperar um comando do usuário para executar uma resposta, como ocorre nas ferramentas tradicionais, a máquina responderá automaticamente de acordo com uma série de variáveis, sem que, necessariamente, ocorra uma interação com o usuário.

No caso de veículos autônomos, por exemplo, as ações tomadas pelo automóvel são definidas de acordo com os dados coletados pelos sensores distribuídos pela carroceria e alguns inputs feitos pelo usuário, como o seu destino final. Isso permite que o carro opte sempre pela melhor forma de manter-se na sua rota, sem que ocorram acidentes, excesso de consumo de combustível ou falhas durante o trajeto.

Os sensores de proximidade, por exemplo, auxiliam o veículo a manter uma distância segura de outros automóveis que estejam na mesma pista. Já as câmeras fazem um reconhecimento, em tempo real, de itens como placas de alerta e semáforos, auxiliando o automóvel a escolher sempre a melhor velocidade e evitar infrações de trânsito. Por fim, sensores a laser escaneiam a pista para avaliar o seu estado e evitar que o carro saia da sua faixa, dando o máximo de segurança aos passageiros.

Porém, mesmo sendo capazes de guiar carros em cenários ideais, os veículos autônomos não chegaram ao nível máximo de autonomia ainda (também chamado de nível 5, em que o carro pode ir de um local ao outro sem nenhum tipo de interferência humana).

Hoje, a maioria dos recursos é liberada apenas em situações específicas, como viagens em autoestradas bem pavimentadas. E mesmo nesses cenários, o motorista deve sempre manter a mão no volante, para efetuar uma interferência caso algo de errado ocorra.

Em softwares, os avanços na inteligência artificial permitiram a criação de serviços de reconhecimento de imagem e dados mais eficazes e modernos. É o caso de aplicações como o Google Photos. O algoritmo da empresa foi treinado durante anos para reconhecer objetos em imagens e classificar fotos de acordo com os seus metadados.

Isso permitiu que o serviço adotasse uma forma inovadora de organizar imagens. Ao invés de encontrar arquivos utilizando fatores como a data de captura, nome ou tamanho, o usuário apenas digita, em um campo de pesquisa, termos relacionados à imagem, como o local de captura ou elementos nela presentes (o nome de pessoas, uma praia ou mesmo um balde).

Avanços também estão ocorrendo nos sistemas de reconhecimento de voz. Beneficiados pelo grande número de dispositivos e informações disponíveis, softwares já são capazes de lidar com comandos feitos oralmente e exibir resultados com alta precisão.

Isso é algo útil especialmente em assistentes pessoais, como a Siri, da Apple, e a Assistant, do Google. Ambas as ferramentas buscam coletar e exibir informações úteis ao usuário seja de acordo com o contexto em que ele se encontra ou buscando informações em e-mails de compras, passagens e reservas que possam ser usados para exibir alertas posteriormente.

Porém, apesar de serem eficazes em reconhecer comandos de voz ou texto, tanto as assistentes virtuais como o Google Photos ainda não são capazes de lidar com os comandos humanos da mesma forma que uma pessoa lidaria. Ainda não é possível inserir comandos em sequências longas ou fazer buscas com vários termos.

Em outras palavras, ainda que as tecnologias de inteligência artificial estejam no seu pico de evolução, elas ainda não são capazes de substituir todas as atividades humanas. O futuro visto em produções de ficção científica, em que um software é capaz de responder a todos os comandos de seu dono e aprender continuamente, ainda não chegou, mas está próximo.

Os impactos no setor industrial

Na indústria, a inteligência artificial terá um papel-chave para tornar negócios mais eficazes, com custos reduzidos e uma taxa de erros operacionais mínima. Ela poderá ser empregada em diferentes setores, automatizando uma série de processos e tornando o dia a dia de negócios mais flexível e ágil. Assim, empreendedores poderão focar por mais tempo as atividades próximas ao core business do empreendimento e por menos o apagamento de incêndios.

Indústrias com grandes linhas de montagem, por exemplo, podem utilizar a inteligência artificial para diminuir o número de erros nos processos de montagem de produtos. Isso acontece, por exemplo, na indústria automobilística: robôs são utilizados de maneira extensiva para a montagem de veículos, reduzindo as chances de erros ocorrerem e tornando os processos mais seguros.

Uma das etapas em que isso ocorre é na hora de pintar o automóvel. Com o auxílio de uma máquina inteligente, o desperdício de material é mínimo, e a empresa garante que todos os veículos terão a mesma quantidade de tinta, evitando distorções nos processos de qualidade. Além disso, a pintura é feita com mais agilidade, aumentando a produtividade geral da empresa.

O setor de logística também deverá beneficiar-se da evolução da inteligência artificial. A entrega feita por veículos autônomos promete ser uma das maiores mudanças da área para os próximos anos, alterando profundamente a maneira como companhias lidam com as rotinas de entrega de mercadorias.

Entregas de longa distância feitas com caminhões autônomos prometem usar menos recursos, ter prazos reduzidos e uma eficiência continuamente otimizada. Uma vez que o caminhão esteja carregado, as paradas serão feitas apenas para recarga de combustível, carga ou descarga de itens.

Não será mais necessário utilizar um ou mais motoristas para dirigir um automóvel por longas distâncias. Além disso, um veículo autônomo pode ser programado para sempre usar o modo de direção mais econômico possível. Como consequência, a empresa não precisará manter grandes equipes de profissionais nos seus times de entrega, tornando os seus custos operacionais mais compactos.

As entregas de curta distância também são beneficiadas pelos avanços da inteligência artificial. Drones automatizados já são testados por empresas como a Amazon para a realização de entregas de mercadorias em áreas urbanas.

A ideia é que o drone saiba reconhecer o local em que se encontra e dar o produto ao cliente automaticamente. Com uma melhor experiência, principalmente nessa etapa da compra, as chances de o negócio fidelizar consumidores são ampliadas consideravelmente.

O setor de gestão de estoque pode ter um grande impacto nas suas atividades com o auxílio da inteligência artificial. Com sensores, robôs podem executar tarefas de separação e reposição de itens automaticamente. Trabalhando ao lado de pessoas, essas máquinas conseguem reduzir o tempo de carga e descarga, além de diminuir a quantidade de trabalho manual do setor.

A organização de produtos e matéria-prima dentro do estoque passa a ser mais inteligente com algoritmos de aprendizado de máquina. Verificando como é a entrada e saída de cada item, softwares encontram a melhor configuração para a área de acordo com a época do ano, variações de demanda ou itens que estão sendo produzidos naquele momento. Assim, o que é mais utilizado torna-se mais acessível.

Indo além, os impactos causados pela inteligência artificial também incluem setores como o de energia. A gestão da cadeia de produção torna-se muito mais inteligente com o emprego de robôs, algoritmos de aprendizado de máquina e sistemas de tomada de decisão. Assim, empresas da área conseguem prever com mais precisão o melhor balanço entre oferta e demanda, gerir a produção sem desperdícios e maximizar a sua disponibilidade de recursos.

Nesse cenário, destacamos a capacidade de prever a oferta e demanda em determinados períodos de acordo com uma série de fatores, como o histórico da época e eventos que estão prestes a ser realizados em alguma área. Com tais dados em mãos, a empresa consegue otimizar a sua produção, evitando o desperdício de recursos e problemas na entrega de energia.

A previsão de oferta e demanda é um dos benefícios da inteligência artificial que podem atingir toda a indústria. Sendo capaz de identificar como o mercado atuará antecipadamente, gestores podem escolher a melhor forma de manter as suas linhas de produção funcionando, garantindo que a empresa sempre entregue produtos e serviços na medida certa para os seus consumidores.

Com a inteligência artificial, a manutenção de todos os equipamentos passa a ser feita com um novo nível de qualidade. Verificando automaticamente toda a linha de produção (seja por meio de sensores ou mesmo conectando-se diretamente a cada equipamento), sistemas conseguem avaliar a melhor hora para que a troca de peças seja realizada, prever a quebra de dispositivos e rastrear, em tempo real, desperdícios de recursos.

Cruzando dados, a inteligência artificial fará uma série de ajustes para maximizar a vida útil de cada equipamento. Desde a emissão de alertas até a redistribuição da carga de trabalho pela cadeia operacional, o algoritmo utilizado pelo negócio transformará esse processo no mais eficaz possível. Dessa forma, o negócio terá um nível de produtividade maior, adaptando-se a mudanças na demanda sem que isso comprometa a sua capacidade de entregar serviços e produtos de qualidade.

A influência da inteligência artificial no meio corporativo

No meio corporativo, a inteligência artificial pode gerar serviços de maior qualidade e uma rotina com alta performance. Da análise de rotinas ao atendimento ao consumidor, uma série de processos podem ser executados sem erros e com baixo custo.

Na contratação de um seguro, por exemplo, a empresa terá a garantia de que o plano escolhido foi o mais adequado ao seu perfil de negócios. Sistemas serão capazes de cruzar um grande número de dados para avaliar os riscos de cada empreendimento e, assim, sugerir um pacote de serviços com o melhor custo/benefício possível.

Os setores de suporte e atendimento ao consumidor passam a ter uma atuação estratégica na hora de fidelizar clientes. Na era digital, pessoas exigem serviços que sejam mais conectados, disponíveis e que estejam em vários canais. Além disso, respostas devem ser entregues em tempo real, especialmente em um cenário em que o cliente está sempre conectado.

A inteligência artificial facilitou a criação de robôs de atendimento mais inteligentes e responsivos. Eles podem ser integrados a serviços de mensagens instantâneas, automatizando o processo de atendimento e reduzindo o tempo de resposta: reconhecendo os comandos de clientes, um software consegue repassar informações (como o status de uma compra) ou até mesmo executar pequenas tarefas (como a realização de vendas).

Diminuído o tempo de espera por uma resposta, o cliente passará a ter uma boa experiência sempre que for lidar com a companhia, mesmo em momentos de alta de demanda. Quando precisar de apoio, ele terá a garantia de que as suas necessidades serão atendidas em um prazo curto.

A empresa também consegue aprender nas interações diárias com seus consumidores, independentemente do meio em que elas ocorrem. Algoritmos de análise de dados conseguem prever como cada perfil de consumidor comporta-se em diferentes situações. Assim, a companhia consegue disparar e-mails com alertas de promoções e campanhas de venda sempre no momento em que seus consumidores estão mais propensos a fechar uma venda.

O mesmo vale para a organização de uma loja. Com o auxílio de sensores, softwares podem indicar o melhor local para que cada mercadoria fique exposta. Assim, todo o ambiente de vendas é direcionado para a criação de uma experiência que maximiza as chances de todos os produtos serem vendidos.

Em outras palavras, a inteligência artificial permite que o negócio otimize todas as etapas do processo de vendas. Experiências mais conectadas, inteligentes, personalizadas e ágeis serão criadas para todos os públicos atendidos pelo negócio.

Como consequência, a empresa ficará em uma posição de destaque no mercado: todos os seus serviços terão um alto nível de competitividade, influenciando positivamente rotinas que vão da atração à fidelização de consumidores.

I.A. no cotidiano das pessoas

No cotidiano das pessoas, a inteligência artificial também pode causar um impacto significativo, seja em tratamentos de saúde, na realização de exercícios ou nas interações diárias com a tecnologia. Muitos dos exemplos citados acima também terão uma relação com a maneira como lidamos com tudo o que está ao nosso redor, inclusive no seu dia-a-dia nas cidades.

Os veículos autônomos, por exemplo, tornarão o nosso transporte mais ágil e seguro. Não só os automóveis terão uma maior capacidade de escolher sempre a rota mais econômica e eficaz, mas eles também serão capazes de aprender rápida e continuamente novas funções.

E com a chegada das redes móveis de quinta geração, a possibilidade de criar estradas conectadas torna-se ainda maior. Nesse cenário, todos os veículos de uma cidade trocarão informações em tempo real sobre diversos fatores, reduzindo o número de acidentes e o tamanho de engarrafamentos e ampliando a propagação de alertas.

As novas soluções de TI criarão automaticamente uma experiência de uso que se adapte ao gosto do usuário. Recursos e conteúdos serão exibidos de acordo com a vontade de cada pessoa. Assim, ela sempre encontrará o que precisa com mais agilidade e precisão.

Isso ocorre, por exemplo, em alguns launchers para o Android. Aprendendo como cada pessoa utiliza o seu aparelho e a sua rotina, a organização da tela é modificada automaticamente. Assim, quando a pessoa está em um local de trabalho, o destaque é dado aos seus apps corporativos. Por outro lado, durante uma viagem, aplicativos de música e localização são disponibilizados em um ponto de acesso rápido.

Em tratamentos de saúde, pessoas serão beneficiadas com diagnósticos mais precisos. Pesquisadores já foram capazes de criar ferramentas de reconhecimento de imagem que podem identificar doenças de pele com uma precisão próxima à de um humano. Assim, as chances de um erro médico ocorrer caem drasticamente.

Os benefícios também atingem as práticas esportivas diárias. Sistemas inteligentes conseguem identificar como o nosso corpo reage a diferentes estímulos. Comparando as informações com a dos exercícios de outros usuários, o software pode dar dicas para que a pessoa consiga maximizar os seus resultados sem grandes dificuldades.

Os assistentes virtuais, conforme forem otimizados, poderão prever um número maior de atividades e tornar-se uma parte vital das nossas vidas. Dispositivos como o Amazon Echo e o Google Home conseguem, a partir de comandos de voz, executar tarefas como a leitura de notícias, compras online, criação de compromissos e até o envio de mensagens de texto.

Conforme o seu uso (e a sua base de dados) crescer, as empresas que mantêm esse tipo de solução conseguirão otimizar os seus algoritmos de reconhecimento e aprendizado de máquina ainda mais. Isso facilitará a criação de novas funções que, com a integração com outros serviços, permitirão que usuários tenham novas interações com a tecnologia.

Tendências para o futuro

Nos próximos anos, a inteligência artificial deve beneficiar-se das informações coletadas em aparelhos da Internet das Coisas, smartphones e serviços digitais. Além disso, a ampliação do número de APIs públicas cria um cenário em que mais soluções podem ser integradas, tornando serviços mais convergentes e dinâmicos.

Para o consumidor, a principal diferença se dará nas assistentes virtuais e demais soluções que trabalham com o reconhecimento de dados e previsão de ações de acordo com fatores externos. Aplicativos como o Google Now, a Siri, a Cortana e o Amazon Echo terão as suas capacidades ampliadas continuamente e, pouco a pouco, poderão ser o meio principal de interação com gadgets e funções que vão além da criação de alertas, realização de compromissos e envio de mensagens de texto.

As empresas contarão com a possibilidade de criar serviços de alta performance e novas formas de atender aos seus consumidores. A automação de rotinas, por exemplo, reduzirá custos e o prazo necessário para entregar resultados.

E com toda a cadeia operacional funcionando de maneira mais inteligente, a empresa terá a chance de criar experiências únicas aos seus clientes. Entregas de produtos sem atrasos, campanhas de marketing mais eficazes e uma gestão de estoque precisa — a companhia terá meios para criar uma rotina de vendas de alta qualidade, que fidelize consumidores e mantenha a lucratividade elevada mesmo em tempos de crise.

Em outras palavras, seja no nosso dia a dia ou no ambiente corporativo, a inteligência artificial será crucial para criar processos de alta performance, com baixo nível de erros e custo reduzido. Todas as áreas da nossa sociedade serão beneficiadas por soluções inteligentes, que adaptam-se a diferentes cenários automaticamente para sempre fornecer a melhor experiência de uso possível.

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