Um código bem escrito não é necessariamente aquele que conta com uma infinidade de elementos, mas sim aquele que consegue atingir o objetivo final dos desenvolvedores de forma precisa, concisa e sem exageros. Nesse caso, temos um exemplo da abordagem clean code (“código limpo”).

O clean code ajuda a otimizar aplicações, mas seus princípios também enriquecem o currículo de qualquer profissional. Afinal, o mercado sempre tem espaço para profissionais que conseguem transmitir suas ideias de maneira direta, sem rodeios e excessos. Continue a leitura para saber mais sobre o termo e seus benefícios!

O que é clean code?

Ao pensar no termo em português, fica mais fácil entender seu significado: código limpo. O clean code é um estilo de desenvolvimento que tem como principal objetivo uma escrita de código clara, concisa, evitando os exageros e facilitando a manutenção futura, caso ajustes sejam necessários.

Escrever um código mais limpo não é apenas uma questão estética. Os profissionais que conseguem se guiar pelos princípios do clean code se destacam no mercado porque são capazes de otimizar o tempo dedicado à programação e facilitar a leitura por parte de outras pessoas que precisarão lidar com essas linhas de código posteriormente.

Aí, dominar o clean code coloca os profissionais à frente da concorrência em entrevistas de emprego, por exemplo.

Como adotar os princípios do clean code?

Para adotar os princípios do clean code, desenvolva hábitos e práticas que promovam a clareza e a eficiência no seu código. Isto inclui adotar uma abordagem sistemática para evitar repetições desnecessárias, gerenciar tratamentos de erros de maneira eficaz, fazer comentários claros e precisos, entre outros.

Confira mais detalhes a seguir sobre como aplicar esses conceitos essenciais na sua rotina de programação!

Pratique o DRY

DRY é a sigla para Don’t Repeat Yourself, ou “Não Repita a Si Mesmo”. Ela deve ser adotada como uma filosofia de uso diário para quem quer escrever códigos que sejam fáceis de ler e entender.

Colocar o DRY em prática é ter a capacidade de prestar atenção e revisar as suas linhas, de modo que você consiga mapear as duplicidades e eliminá-las.

Inclusive, esse princípio ajudará até mesmo em outras tarefas, como a escrita de um relatório detalhando os resultados que você encontrou em uma determinada análise, por exemplo. Você conseguirá apresentar as suas ideias de forma objetiva e precisa, relacionando cada ponto de maneira direta.

Tenha um tratamento para erros

Se precisa mexer no código, certifique-se de que você o deixe tão ou mais limpo do que ele já estava antes das mudanças. Além disso, lembre-se de que o desenvolvedor é o responsável por garantir que as linhas escritas continuem cumprindo os objetivos iniciais com aquele código.

Faça comentários sucintos

Precisa deixar um ou mais comentários para desenvolvedores que mexerão no código? Então, seja direto! O clean code não é contra eles, mas é necessário comunicar objetivamente o que se tem a dizer.

Outro ponto é que o código pode ser modificado. Quando isso ocorrer, é preciso revisar também os comentários — para não correr o risco de que eles se refiram a algo que nem está mais nas linhas de programação atualizadas.

Nesse sentido, comente somente o que for necessário e revise essas observações de acordo com as mudanças posteriores. Nos dois casos, é melhor ser sucinto.

Adote o clean code no seu trabalho diário

Para que você não deixe de adotar os princípios no dia a dia do seu trabalho como desenvolvedor, busque praticar essas técnicas diariamente. Depois de um tempo, você poderá notar que elas se integrarão de forma natural ao seu comportamento profissional.

Sobretudo no começo, pode ser fácil esquecer o clean code depois de alguns dias. Contudo, deixe alguns lembretes em sua área de trabalho, enfatizando termos como “DRY”, “Concisão no código” e “Código limpo”. Aí, esses princípios não serão facilmente esquecidos.

Tome cuidado com os nomes

Mesmo nas linhas de código escritas por desenvolvedores com um conhecimento mais básico, é preciso lidar com nomes. Eles aparecem em diversas categorias, como:

  • variáveis;
  • parâmetros;
  • classes;
  • funções;
  • métodos.

Seguindo toda a filosofia de objetividade do clean code, é necessário aplicar essas características na definição dos seus nomes. Sua meta deve ser passar a ideia central de forma direta, indo direto ao ponto.

Isso não significa que os nomes precisam ser necessariamente curtos. Se você preferir algo maior para demonstrar o que ele de fato representa, vá em frente.

Vale lembrar que quem criou o termo clean code foi Robert Cecil Martin, popularmente conhecido como Uncle (Tio) Bob. Ele mencionava que os nomes precisavam ser meaningful, ou seja, transmitir o significado da ideia central.

Como o low-code se relaciona com o clean code?

Uma das formas de garantir que o seu código esteja livre de excessos — ou seja, “limpo” — é adotar o low-code em sua rotina diária. Essas duas abordagens têm similaridades: a capacidade de objetividade e a necessidade de adotar técnicas mais ágeis para o desenvolvimento, por exemplo.

O low-code proporciona que as empresas desenvolvam seus próprios programas rapidamente, mesmo que a equipe não tenha conhecimento aprofundado em programação.

Outro ponto positivo é que ele exige menos recursos e pode ser realizado em um número menor de etapas, em comparação com projetos 100% high-code.

Desse modo, as empresas economizam dinheiro e tempo. As duas abordagens focam a precisão — e não projetos desnecessariamente ambiciosos e demorados, que exijam inúmeros ajustes de rota.

A plataforma Cronapp

É possível contar com a plataforma Cronapp para aliar as boas características do low-code ao clean code e até se aventurar pelo high-code, se você quiser trabalhar em um projeto mais versátil.

O Cronapp é uma plataforma de desenvolvimento ágil, que trabalha com blocos de programação configurados previamente. Por meio de comandos drag and drop (arrastar e soltar), será possível criar softwares e aplicações diversas — mesmo para aqueles que não têm tanto conhecimento técnico.

Desenvolvedores e empresas que usam o low-code conseguem acelerar o desenvolvimento de softwares, além de garantir as padronizações de acordo com as escolhas de cada projeto. Assim, será possível criar mais soluções, mesmo com uma curva baixa de aprendizagem.

Uma das métricas do setor de tecnologia é o time to market, utilizada para mensurar o tempo que vai desde o início do desenvolvimento até a chegada do produto ao mercado. Com uma plataforma unificada e repleta de recursos, esse período será bem menor.

O Cronapp ainda é um aliado das empresas para ter um clean code sem lock-in. Você poderá escrever seu próprio código de maneira mais fluida, por meio de recursos como:

  • editor de dashboards dinâmicos;
  • componentes visuais, tanto para a navegação web como para as aplicações mobile;
  • desenvolvimento de aplicações completas em qualquer sistema operacional;
  • suporte ao CI/CD (integração contínua e entrega contínua).

Um detalhe interessante é que, mesmo sendo uma plataforma majoritariamente low-code, o Cronapp é “no lock-in”. Isso significa que todo o código-fonte não ficará preso à ferramenta, facilitando a edição e os ajustes.

Como você viu no artigo, o clean code é uma abordagem que oferece benefícios tanto para os desenvolvedores como para as empresas que os contratam. Os clientes finais também são valorizados, já que receberão um produto feito com as melhores práticas do mercado. O código limpo não é apenas fácil de ler, mas também favorece as manutenções posteriores, caso sejam necessárias.

E aí, se interessou pela plataforma Cronapp? Então, entre em contato conosco!

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