Escolher uma plataforma para desenvolvimento é um processo importante e que não pode ser ignorado por programadores. A ferramenta certa deve oferecer controle, agilidade, integração, redução de custos e permitir a criação de um diferencial para os produtos ou serviços implementados.

No entanto, muitos desenvolvedores não sabem o que considerar para fazer uma boa escolha — e foi pensando nisso que fizemos este post. Queremos ajudar você a escolher uma plataforma mais completa e eficiente, que vai resultar no sucesso de seus projetos. Descubra quais fatores avaliar para na tomada de decisão!

Por que é importante contar como uma boa plataforma de desenvolvimento?

Muitas plataformas disponíveis no mercado são engessadas (padronizadas) e com pouca flexibilidade para adequação às necessidades dos desenvolvedores. Considerando que a dinâmica de trabalho pode ser diferente em cada equipe, este tipo de ferramenta pode mais atrapalhar do que ajudar. Neste caso, uma plataforma com recursos de customização pode fazer toda a diferença para melhorar a produtividade.

Outra questão importante é que todo projeto demanda um planejamento bem estruturado antes do início dos trabalhos. Se a plataforma não permitir realizar este planejamento (assim como o controle das etapas) de forma integrada, a agilidade ficará comprometida. A força competitiva do negócio, portanto, depende de uma ferramenta mais moderna e que atue como facilitadora dos processos.

Como escolher a plataforma para desenvolvimento?

Escolher a plataforma certa para o desenvolvimento de aplicações não é uma tarefa difícil quando você sabe o que avaliar no processo. Por isso, listamos abaixo os principais fatores que deve considerar. Acompanhe!

Relação custo-benefício

A primeira coisa você que deve avaliar é se a equipe de produção é realmente reduzida e quanto tempo precisa economizar mensalmente para que a plataforma se sustente por conta própria. Esta análise tem como objetivo averiguar a viabilidade financeira da ferramenta e demonstrar quando o investimento retornará (o conhecido Return On Investiment, ou ROI).

Alguns provedores de plataforma, como o Cronapp, fornecem estes números já calculados para os interessados, o que pode facilitar o trabalho nesta etapa da análise. Os planos são personalizáveis e com preços bem acessíveis, democratizando o uso das ferramentas também às empresas de menor porte. Isso significa que, atualmente, até um grupo pequeno de desenvolvedores individuais pode competir com os grandes “players” do mercado.

A otimização das operações, sejam elas de nível gerencial ou operacional, também deve ser considerada, uma vez que o tempo economizado nos processos contribui para a economia de recursos e entrega mais rápida de soluções.

Níveis de produtividade

O segundo passo é apurar, de maneira criteriosa, com que intensidade a plataforma deve impactar na produtividade individual dos programadores e no coletivo. Neste sentido, você deve avaliar se ela permite configurar um ambiente de trabalho para a equipe. Algumas plataformas já vem com este ambiente estruturado, exigindo apenas algumas pequenas alterações para se adequar aos novos projetos.

Isso pode economizar muito tempo dos gestores, já que integra as tarefas e a comunicação em um único local. Se a plataforma estiver hospedada na nuvem, então, melhor ainda: os ambientes ficam disponíveis online, permitindo a formação de equipes remotas e trabalhos a partir de qualquer lugar e horário.

A plataforma também deve ser capaz de automatizar certas tarefas (principalmente as burocráticas), liberando mais tempo para o foco no desenvolvimento dos códigos. Os testes, por exemplo, podem ser executados automaticamente, enquanto a varredura pode demonstrar onde estão as falhas, quando houver.

Além disso, a interface visual deve ser agradável e intuitiva — oferecendo, inclusive, recursos de programação por blocos. Todas estas características devem proporcionar um aumento substancial da produtividade.

Curva de aprendizagem

O ideal é que, em vez de gastar tempo aprendendo uma nova linguagem de programação para operar, o programador tenha uma plataforma que seja capaz de adequar suas funcionalidades às linguagens que já conhece.

E não é só isso: tais funcionalidades devem ser intuitivas e se adequarem às características individuais dos programadores, bem como às demandas da equipe, convergindo a curva de aprendizagem para cima logo no início de sua utilização.

Atendimento e suporte

Uma plataforma eficiente deve oferecer atendimento instantâneo às solicitações. Além disso, o suporte deve ser composto por profissionais devidamente capacitados, com alto nível de conhecimento sobre as ferramentas, para entregar soluções definitivas aos problemas técnicos dos usuários.

Como o uso da plataforma ocorre a qualquer hora, os problemas podem acontecer de madrugada ou num domingo e você precisará de alguém competente para atendê-los e solucionar o problema imediatamente. Por isso, considere um provedor que disponibiliza atendimento via chat 24 horas por dia, em todos os dias da semana.

Usabilidade

Por último, mas não menos importante, você deve considerar as características de uso da plataforma. Fuja de opções que entregam um aglomerado de funções, principalmente quando muitas delas forem ultrapassadas e sem sentido. Considere fatores, como o layout, as cores, a intuitividade e as aplicações ter um uso fácil e agradável. Para isso, teste a plataforma para descobrir o quanto ela pode ajudar a otimizar os processos.

Por exemplo: se você cria softwares open source (de código aberto) com o intuito de facilitar a colaboração de sua evolução e adequação deles a diversos sistemas operacionais, deve escolher uma plataforma que se enquadre aos padrões deste mercado.

Como os processos de depuração, publicação e venda das soluções dependem de outras plataformas digitais, também é importante que a sua escolha seja baseada na capacidade que a ferramenta tem de se integrar a elas. Desta forma, você consegue aprimorar os processos já existentes e acelerar a produção dos códigos.

Quais as diferenças entre uma plataforma On-premises e Cloud (SaaS)?

Basicamente, uma plataforma On-premises significa que ela é hospedada em servidores próprios, rodando offline. Algumas empresas ainda optam por este tipo de plataforma por terem a sensação de maior controle sobre os dados armazenados. Porém, esta justificativa pode ser derrubada, já que as plataformas em nuvem (SaaS — Software as a Service) podem oferecer maior segurança a baixo custo.

As plataformas em cloud ficam hospedadas em servidores virtualizados e são entregues como serviço pelos provedores. Hoje, elas podem oferecer níveis muito mais altos de proteção, com equipes próprias e sistemas avançados. Como o custo da infraestrutura é diluído entre os usuários, esta alternativa fica cada vez mais acessível e economicamente viável para os desenvolvedores.

A opção da nuvem também é bem mais atrativa quando você avalia as tendências e demandas do mercado. As soluções podem ser acessadas de qualquer lugar, dia e horário, apenas usando um link de navegador da web: basta ter um dispositivo móvel em mãos, um ponto de conexão com a internet, um login e senha previamente cadastrados para isso.

Se você deseja criar um diferencial para o seu produto ou serviço digital, deve ficar atento a estes detalhes. Afinal, escolher a plataforma para desenvolvimento é um processo que pode levar o negócio a atingir um alto nível de força competitiva no mercado.

E aí, já conhece o Cronapp? Faça um teste gratuito agora mesmo e se surpreenda com a ferramenta!

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