Atualizado em 22 de setembro de 2020 por Anne Coifman

O desenvolvimento de software é um processo complexo, que inclui a escolha dos profissionais e estratégias certas para a obtenção do melhor desempenho. Por esse motivo, quando uma empresa decide criar uma aplicação, uma série de fatores tem de ser levada em conta, sobretudo o alinhamento da metodologia de abordagem com as perspectivas do seu mercado.

Mas, como colocar em prática um projeto de criação de aplicações bem-sucedido? Confira, neste post, as principais tendências para alavancar o desenvolvimento de softwares do seu negócio em 2020. Boa leitura!

O atual momento dos recursos para desenvolvimento de softwares

O mercado de desenvolvimento de software passou por profundas mudanças nos últimos anos. Novos dispositivos e paradigmas influenciaram a maneira como criamos aplicativos. Agora, as empresas estão mais próximas dos seus usuários, e as mudanças ocorrem mais rapidamente.

Nesse cenário, a companhia deve estar pronta para flexibilizar suas rotinas e buscar manter-se competitiva. Assim, as novas tendências de TI têm um papel-chave.

Há uma série de abordagens que podem ser utilizadas pelo negócio para desenvolver um software de sucesso — fatores que ajudam a evitar erros, reduzem a necessidade de retrabalho e garantem que a aplicação seja bem recebida pelo mercado, tais como:

  • uso de indicadores;
  • elaboração de um bom planejamento;
  • acompanhamento das novas tendências do mercado.

Além do mais, a companhia deve definir uma metodologia alinhada com seus objetivos e identificar o perfil do público-alvo.

A computação na nuvem, por exemplo, permitiu que empresas que criam software tornassem seus processos mais flexíveis e integrados. Profissionais da área não precisam mais estar no local de trabalho para elaborar uma ferramenta: basta uma conexão com a internet para acessar os principais frameworks e IDEs.

Já as novas metodologias e estratégias de trabalho, como o DevOps e os métodos ágeis, tornaram o ambiente de trabalho mais simples e dinâmico. Gestores podem, agora, preparar suas equipes para desenvolver aplicações por meio de rotinas flexíveis e capazes de se adaptar facilmente a qualquer mudança nos requisitos da aplicação.

Além disso, ferramentas de análise de dados e novas estratégias de segurança permitem que a empresa prepare sistemas mais inteligentes, confiáveis e adaptados às necessidades de cada usuário. A organização tem meios para compreender melhor como uma função pode afetar o sucesso da aplicação e dar destaque aos recursos mais importantes de cada ferramenta.

Em outras palavras, o novo ambiente de desenvolvimento de TI é mais inteligente, seguro e integrado. Companhias conseguem atuar de maneira estratégica, com foco em resultados e nas necessidades do seu público-alvo, sem que isso comprometa a qualidade final do software.

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A importância das fábricas e plataformas de desenvolvimento de software

No cenário atual, soluções que permitem aos negócios criar sistemas sem deixar de manter o foco nas suas rotinas também estão ganhando popularidade. Esse é o caso, por exemplo, das fábricas de software.

Na fábrica de software, conceitos industriais são aplicados para a produção em larga escala de sistemas. Isso permite o desenvolvimento de software mais ágil, preciso, escalável e dinâmico.

Para tanto, a automação, a integração entre profissionais e as metodologias ágeis são empregadas com diligência. Além disso, módulos e rotinas padronizados são desenvolvidos, permitindo que as fábricas de software façam soluções alinhadas com os clientes e que possam ser entregues em um prazo curto.

Além do uso de fábricas de software, uma tendência que pode ser empregada para otimizar a criação de sistemas é a adoção de uma plataforma de desenvolvimento. Esse tipo de sistema facilita a criação de aplicações por fornecer, em um único ambiente, um conjunto de funcionalidades que torna o trabalho do desenvolvedor mais ágil e integrado.

Uma plataforma de software é, em outras palavras, um ambiente centralizado em que sistemas podem ser criados com agilidade, integração e segurança. É possível também utilizar as funcionalidades para tornar a criação de aplicativos multiplataforma algo simples e ágil: bastam alguns cliques para que o sistema seja compilado de acordo com as práticas mais empregadas no mercado.

Em ambos os casos, alguns benefícios se cruzam. A escolha por esses modelos permite que a empresa corte gastos, tenha aplicações alinhadas com seus objetivos em prazos menores e alta confiabilidade. Como consequência, sobrarão mais tempo para o time de TI focar em rotinas prioritárias e mais verba para a companhia realizar novos investimentos.

Como fazer um software sofisticado

A criação de um software sofisticado e de sucesso é o desejo de todo developer. Independentemente do seu tipo de trabalho, os profissionais da área buscam sempre desenvolver soluções que se adaptem às necessidades do usuário e criem experiências de uso capazes de fidelizar todos aqueles que instalaram a aplicação em seus aparelhos.

Mas, o que faz um aplicativo ser sofisticado e ter sucesso entre os usuários? Quais são os fatores que contribuem para que uma pessoa integre o app ao seu dia a dia? Veja a seguir.

Experiência do usuário

A experiência de usuário (também conhecida pelo termo UX, a sigla para user experience), por exemplo, é um deles. Como demonstraremos adiante, uma boa UX indica que houve uma preocupação na hora de desenvolver o software: fatores como performance, layout e linguagem usados foram considerados pelo negócio e se tornam visíveis para o usuário.

Mas, esse é apenas um dos vários aspectos que impactam o sucesso da aplicação. Antes disso, há uma série de etapas em que são definidas características de um aplicativo capazes de impactar seu funcionamento de forma significativa.

Metodologia de desenvolvimento

Uma das etapas há pouco citadas é a metodologia utilizada pelos desenvolvedores de software. A escolha entre um método tradicional e um método ágil impacta diretamente o funcionamento do aplicativo e em como o processo de desenvolvimento será guiado. Portanto, é importante que a companhia saiba como seu sistema será utilizado e as necessidades do seu público-alvo para realizar a melhor escolha possível.

Metodologias tradicionais, por exemplo, têm menor abertura para modificações dos requisitos do software durante o processo de desenvolvimento. Por outro lado, as metodologias ágeis são mais abertas para mudanças, por deixarem a empresa pronta para lidar com alterações a qualquer momento. Apenas uma rotina de análise estratégica eficaz permite que o gestor faça a escolha certa.

Segurança

Além disso, outro fator que torna um software uma aplicação de sucesso é a segurança. Gestores devem garantir que, desde as etapas iniciais, o aplicativo seja criado com um foco elevado na segurança e privacidade dos usuários.

É importante que a empresa consiga armazenar os dados de usuários em ambientes confiáveis e livres do acesso não autorizado realizado por terceiros. Já o código-fonte deve ser verificado regularmente em busca de falhas e brechas de segurança, evitando que a aplicação seja distribuída com vulnerabilidades graves.

Desempenho

Outro ponto-chave é o desempenho do software no seu uso diário. Ao término de cada etapa de desenvolvimento, a empresa precisa avaliar como a aplicação está se comportando em diferentes cenários e dispositivos.

Isso permitirá a identificação de bugs e erros que prejudiquem a experiência de uso. Todas as falhas devem ser catalogadas e eliminadas rapidamente. Assim, a empresa reduz os riscos do aplicativo entregue ao usuário não apresentar a performance esperada.

Em resumo, a chave para desenvolver um aplicativo sofisticado é ter um foco constante nas necessidades do usuário e na qualidade do código-fonte final. A empresa deve buscar sempre atuar de maneira estratégica, evitando erros e demais fatores que impeçam a criação de uma experiência de qualidade inovadora.

O uso de cloud computing para o desenvolvimento de software

A computação na nuvem pode ter um papel-chave para o desenvolvimento de aplicações em um ambiente integrado, com alta performance e inovação. Soluções executadas em ambientes de cloud computing tornam toda a rotina de desenvolvimento de um aplicativo mais eficaz ao permitirem que gestores adotem abordagens mais flexíveis.

Inclusive, as soluções de armazenamento na nuvem deixam o ambiente de trabalho mais integrado. A troca de arquivos é feita com mais agilidade e segurança: bastam alguns cliques para que os usuários possam editar e visualizar dados importantes ao desenvolvimento de um software.

Já a migração das aplicações de desenvolvimento para a nuvem também é uma estratégia que simplifica processos de gestão e dá mais agilidade para a companhia. Aplicativos executados na nuvem têm maior disponibilidade, não são afetados por vulnerabilidades locais e podem ser escalados rapidamente sempre que for necessário. Juntas, essas características representam um fator estratégico para a empresa.

Afinal, quando uma aplicação não consegue ser executada sempre com um alto nível de performance, aumentam as chances de erros operacionais ocorrerem no dia a dia do negócio (gerando atrasos e problemas na entrega de metas), e a companhia terá diminuição da sua competitividade e capacidade de fechar novos negócios. Além disso, os prejuízos são ampliados diante do maior nível de retrabalho ao término de cada etapa dos processos de desenvolvimento de software.

As aplicações licenciadas pela nuvem também exigem um investimento menor para a empresa adquiri-las. Nesse caso, o negócio paga apenas pelo número de usuários ativos ao término do mês, não por licença. Adicionalmente, a necessidade de executar processos de manutenção (como ocorre nas aplicações tradicionais) cai drasticamente, ampliando a capacidade de os profissionais de TI terem um processo de trabalho mais estratégico.

As aplicações de cloud computing podem ser implementadas de três maneiras. Cada uma delas dá ao gestor de TI um nível de controle diferente e, ao mesmo tempo, modifica os custos que o profissional terá com a gestão das aplicações. Veja abaixo as principais.

A nuvem pública

Nesse modelo, uma empresa é responsável por hospedar e manter funcionando todos os serviços de cloud computing. Esse é um dos modelos mais tradicionais de computação na nuvem, uma vez que ele é o que tem os menores custos de aquisição: valores referentes aos processos de gestão, manutenção, monitoramento e atualização de infraestrutura são divididos entre todos os usuários.

Porém, o baixo custo do investimento necessário para adquirir uma aplicação na nuvem é contraposto pela falta de controle que a empresa tem sobre os serviços de TI. Em muitos casos, o gestor não terá acesso à configurações de baixo nível, como o tipo exato de infraestrutura que será utilizado para executar as aplicações contratadas.

A nuvem privada

A nuvem privada é um modelo em que uma única empresa contrata e gerencia os serviços de cloud computing. Esse é um tipo de nuvem utilizado por companhias que buscam maior controle sobre seus serviços, uma vez que todos os detalhes serão definidos pela companhia que fará uso das aplicações na nuvem.

Como os gastos de manutenção, monitoramento e controle da nuvem são direcionados para uma única empresa, essa solução exige um investimento maior do negócio. Gestores de TI devem lidar com a necessidade de definir e executar todas as rotinas de manutenção, troca e otimização de equipamentos manualmente. Por outro lado, a empresa poderá personalizar todas as características da infraestrutura de acordo com suas necessidades.

A nuvem híbrida

A nuvem híbrida é um modelo em que os usuários têm acesso a uma infraestrutura que combina características da nuvem privada e da nuvem pública. Dessa forma, a companhia pode manter uma rotina com maior flexibilidade e agilidade, reduzindo custos e atingindo uma alta performance.

Em outras palavras, a nuvem híbrida é crucial para empresas que pretendem ter uma infraestrutura de serviços de cloud computing de alta flexibilidade. Serviços mais adequados a um ambiente privado serão combinados com aplicações feitas para a nuvem pública sem que erros ocorram. Assim, o negócio consegue manter-se competitivo e com um processo de desenvolvimento de software inteligente.

A influência da Internet das Coisas no desenvolvimento de software

Também conhecida como IoT, a Internet das Coisas (ou Internet of Things, em inglês) é uma nova categoria de dispositivos que está revolucionando a maneira como lidamos com a tecnologia ao nosso redor. Ela é composta por pequenos sensores e gadgets inteligentes, que se conectam a aplicações e outros aparelhos por meio de conexões sem fio, para a troca e coleta de informações.

Para quem trabalha com desenvolvimento de software, a Internet das Coisas representa um grande número de novas oportunidades de negócio. Companhias do ramo podem utilizar essa tendência para criar aplicações, compreender como clientes lidam com seus serviços e ter novas formas de atingir os usuários. Dessa forma, os softwares passam a ter melhor experiência de uso e uma grande capacidade de fidelizar usuários.

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Quem atua no setor da saúde ou com aparelhos para exercícios, por exemplo, pode criar equipamentos inteligentes para rastrear as atividades físicas de uma pessoa. Com o auxílio de sensores de movimento, em tempo real e continuamente, o usuário coletará dados sobre seus exercícios, batimentos cardíacos ou nível de oxigênio no sangue.

Essas informações podem ser enviadas para aplicativos próprios ou coletadas para que o negócio consiga otimizar seus serviços, com um atendimento mais personalizado e de melhor qualidade.

Smartwatches também podem ser utilizados por uma empresa para se manter em contato direto com seus clientes. Criando aplicações voltadas para esse tipo de aparelho, o empreendimento desenvolve um novo canal de comunicação, mais simples e objetivo.

Uma empresa de cartões de crédito, por exemplo, pode utilizar um smartwatch para alertar sobre novas compras. Já uma empresa que trabalha com e-commerce consegue utilizar um app para smartwatches para enviar notificações sobre novas promoções de produtos específicos.

Os sensores domésticos também devem ser vistos como um novo canal para o negócio entrar em contato com seus consumidores. Nesse caso, dispositivos inteligentes conectados a assistentes pessoais, como o Amazon Echo e o Google Home, podem ser conectados às aplicações da empresa para a venda e oferta de serviços e produtos. Assim, a companhia cria oportunidades de vendas, tornando-se presente em mais canais.

Vale destacar também o poder dos dados coletados por dispositivos de Internet das Coisas para o negócio. Integrados nas rotinas de análise de mercado, essas informações abrem possibilidades para o empreendimento, permitindo que conheça seus consumidores com maior precisão. Consequentemente, a empresa pode se preparar com mais antecedência para as mudanças no mercado, utilizando um conjunto amplo de fatores.

O uso estratégico do Big Data

Não só a Internet das Coisas ampliou o número de informações disponíveis para análise por gestores na hora de definir as estratégias comerciais de uma empresa. A popularização dos smartphones, junto às redes sociais, criou um ambiente de trabalho para analistas, que agora conseguem atuar de maneira estratégica, prevendo tendências e conhecendo melhor o perfil do seu público-alvo.

E para lidar com todas essas informações com qualidade, surgiu o Big Data. Essa tecnologia utiliza o poder de infraestruturas de computação na nuvem para que o empreendimento consiga prever tendências, identificar o perfil de seus consumidores e atuar de acordo com aquilo que o mercado busca. Para isso, são utilizadas técnicas de estatística, análise e processamento de dados brutos em meios digitais, o que permite a analistas obterem insights inovadores, considerando diversos fatores.

No ambiente de desenvolvimento de softwares, o Big Data exerce um papel-chave, por permitir que profissionais de TI consigam definir políticas e estratégias de desenvolvimento de acordo com as demandas do mercado.

Logs (registro de eventos feitos por um usuário no site) de vários usuários podem ser analisados em um único ambiente a partir de fatores definidos de acordo com as necessidades da companhia. Assim, a empresa consegue otimizar com alta precisão as novas versões dos seus sistemas, melhorando os índices de instalação, fidelização e uso das ferramentas do empreendimento.

Uma das informações que podem ser avaliadas, por exemplo, é o número de erros operacionais que ocorrem em um determinado sistema. Com o auxílio do Big Data, a empresa pode processar logs de vários aparelhos de uma só vez, identificando com rapidez e precisão o fator relacionado às falhas. Desse modo, o tempo (e o investimento) necessário para disponibilizar uma correção de software será menor.

Isso vale para definir quais funcionalidades serão priorizadas no momento em que o negócio for criar um grande update para seus aplicativos. Avaliando os dados de uso dos sistemas, a empresa pode identificar quais recursos são mais importantes para cada grupo de usuários. E com esses dados em mãos, o gestor de TI consegue definir um processo de desenvolvimento de software que coloque como prioridade a modificação dessas funções, para que elas se tornem mais eficientes e dinâmicas.

O Big Data também serve para a empresa otimizar outras duas etapas do processo de desenvolvimento de software: a divulgação de uma aplicação e o suporte ao usuário. Em ambos os casos, a análise de dados torna mais eficaz o direcionamento dessas etapas, reduzindo as chances de algo dar errado.

Antes de criar uma aplicação, a companhia pode analisar o perfil do seu público-alvo para fazer uma ferramenta que esteja, de fato, moldada às necessidades dele. Posts de redes sociais, por exemplo, são cruzados com informações coletadas por meio de pesquisas internas para que a empresa consiga identificar as funcionalidades mais utilizadas, as tendências do mercado e fatores que influenciam o sucesso do app.

Ao mesmo tempo, é possível melhorar o serviço de suporte — que, em muitos casos, tem um grande papel na fidelização de usuários — com o auxílio do Big Data. Nesse caso, a companhia cruza informações sobre todos os seus atendimentos para descobrir falhas e pontos que possam ser otimizados. Assim, os profissionais da área conseguirão prestar um atendimento de melhor qualidade e que solucione problemas em prazos menores.

A importância de valorizar a UX

Entre os fatores que influenciam no sucesso de um software, a experiência de uso é um dos mais importantes. Também chamado de UX, esse conceito está relacionado a todas as características de uma aplicação e pode ser definido como a qualidade do uso de um aplicativo.

Uma boa experiência de uso é composta por um layout de qualidade, recursos acessíveis e linguagem clara e objetiva. Além disso, o aplicativo com uma boa UX oferece uma performance de qualidade e é fácil de ser utilizado.

O principal fator que influencia a experiência do usuário é o conhecimento que a empresa tem de seus clientes. Sabendo quais são os principais dispositivos utilizados, os problemas que cada pessoa apresenta ao interagir com um app e quais os recursos mais populares, a companhia pode definir uma estratégia de desenvolvimento bem direcionada e com alta performance.

Ademais, há alguns fatores que contribuem para que o negócio crie uma experiência de uso mais qualitativa. O tempo de resposta deve ser otimizado ao máximo. Quanto mais tempo o software demorar para apresentar um resultado para o usuário, maiores as chances de ele buscar uma nova aplicação para executar seus processos.

A facilidade de uso também é um fator-chave. Bons aplicativos são intuitivos. Eles têm elementos que são familiares ao usuário e rotinas que devem ser executadas por meio de passos que sejam preferencialmente compartilhados com outros apps da mesma categoria.

Em um ambiente mobile, por exemplo, isso pode ser solucionado ao se adotarem as guidelines do sistema. Empresas como Apple e Google têm uma extensa documentação para que developers possam adotar ícones e botões padronizados para determinadas ações, reduzindo o tempo necessário para um usuário adaptar-se ao app.

Além disso, todas as interações que o usuário terá com a aplicação devem ser planejadas para que sejam feitas de forma mais prática e ágil. Reduza passos, torne recursos mais populares acessíveis e crie mensagens de erro claras. Assim, mesmo diante de alguma falha, o usuário não abandonará seu aplicativo.

Desenvolver aplicações tem se tornado algo comum para várias empresas. Hoje, a aquisição tradicional de sistemas prontos não é mais capaz de atender às demandas profissionais de várias companhias. Justamente por isso, é comum que empresas busquem ferramentas que sejam moldadas conforme seu perfil operacional.

Principais tendências de desenvolvimento de software para 2020

A incorporação de sistemas e aplicativos nas operações de um negócio já se tornou uma peça indispensável para o alcance dos melhores resultados. Nesse cenário, o constante aprimoramento das performances internas e experiência dos usuários também é um ponto de extrema relevância para a competitividade das empresas.

De modo geral, manter-se em alinhamento com as inovações de TI para essa atividade de criar seus próprios sistemas proporciona benefícios como:

  • melhor organização do fluxo de trabalho;
  • aumento da produtividade;
  • satisfação dos colaboradores;
  • redução de custos no médio e longo prazos.

Logo, os gestores devem acompanhar de perto as principais tendências do desenvolvimento de softwares.

Democratização

A democratização no desenvolvimento de software significa permitir que todos tenham acesso às tecnologias e conhecimentos necessários para a realização de um trabalho de excelência, sem que seja necessário desembolsar muito dinheiro.

A ideia é que os desenvolvedores consigam elaborar modelos de dados, sem que para tanto tenham as mesmas habilidades de um cientista de dados. A tendência é obter um processo de criação mais intuitivo e guiado pela Inteligência Artificial.

Low-Code

A popularização do uso de plataformas low-code também será um dos grandes facilitadores para a elaboração dos softwares. Na medida em que as empresas necessitem otimizar todos os seus processos constantemente, inclusive a experiência dos usuários, elas precisarão de um mecanismo eficaz para colocar suas ideias em prática.

Nesse contexto, o código baixo é capaz de trazer agilidade aos ciclos de inovação. Ademais, plataformas desse tipo estão agregando recursos de Inteligência Artificial para garantir a excelência no desenvolvimento de softwares, com maior refinamento na detecção de falhas e problemas de performance.

Multiexperiência

A multiexperiência diz respeito à substituição das pessoas que dominam as tecnologias por tecnologias com conhecimentos sobre as pessoas. Hoje, o uso de máquinas que aprendem a partir de interações com os humanos já é uma realidade e estará cada vez mais presente no nosso futuro. Imagine, por exemplo, um computador que modernize suas interfaces a partir de um único ponto de comunicação e agregue funcionalidades multissensoriais e multitoque.

A abordagem da multiexperiência tem como base as tecnologias de realidade aumentada (RA), realidade virtual (RV), multicanais e detecção.

Objetos autônomos

Embora a automatização de tarefas não seja mais uma novidade no mundo empresarial, a imersão de objetos autônomos nesse ambiente tem ganhado cada vez mais espaço — drones, robôs, entre outros equipamentos que exploram a Inteligência Artificial para realizar atividades antes feitas pelos seres humanos.

Até o momento, essas tecnologias estão presentes em espaços mais controlados, limitando-se à organização interna da empresa. Contudo, a expectativa é que os objetos autônomos também alcancem áreas mais amplas e tenham, em especial, uma atuação mais colaborativa.

Transparência e rastreabilidade

Se, por um lado, a expansão tecnológica promove facilidade para empresas e seus consumidores; por outro, todos esses avanços também vêm despertando uma crise de confiança no público, que quer segurança sobre como seus dados estão sendo coletados.

Então, outra forte tendência para o desenvolvimento de softwares nos próximos anos é a adoção de mecanismos que viabilizem essa proteção, com o surgimento de novas legislações para regular o tema, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Nesse caso, é recomendável que as organizações, desde já, pautem suas ações de acordo com os seguintes elementos:

  • ética;
  • responsabilidade;
  • integridade;
  • competência.

O que o Cronapp pode fazer pelo seu negócio

O Cronapp é uma solução pensada para o segmento de desenvolvimento de software e consiste em uma plataforma completa para desenvolver, testar e distribuir aplicativos na nuvem.

Oferece a seus clientes a mais completa IDE para criação de poderosas aplicações multiplataformas, com uma visão low-code de desenvolvimento intuitivo, integração com a nuvem e funcionalidades embarcadas para o suporte a metodologias ágeis.

O desenvolvimento de software tem se tornado essencial para várias empresas. Hoje, a aquisição tradicional de sistemas prontos não é mais capaz de atender às demandas profissionais das companhias. Justamente por isso, é comum que empresas busquem aplicações que sejam moldadas conforme seu perfil operacional.

Os negócios devem estar sempre atentos e prontos para investir nas novidades e tendências dentro do segmento. Pois, assim, além criar soluções mais adequadas às demandas de seus clientes, será mais fácil atingir melhores resultados e conseguir aumentar a lucratividade.

Gostou deste artigo? Agora que você já está por dentro das maiores tendências no desenvolvimento de softwares para 2020, aproveite para entrar em contato com o nosso time, conhecer melhor o Cronapp e começar a criar soluções personalizadas para sua empresa!

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