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Atualizado em 9 de dezembro de 2020 por Anne Coifman

Você já ouviu a expressão “Apagão da mão de obra de TI”? O termo foi cunhado devido a previsão de que faltará profissionais na área da Tecnologia da Informação (TI) em um futuro próximo.

A aceleração da transformação digital e o consequente surgimento de novas tecnologias, demandam cada vez mais profissionais profissionais qualificados para desenvolvimento de softwares.

O mercado de tecnologia da informação está aquecido, com muitas vagas em aberto, e ainda é possível nos deparar com cenários de recrutadores disputando profissionais, ao mesmo tempo que também existem muitas pessoas desempregadas.

Mas, afinal, se o mercado está aquecido, por quê existem profissionais sem posição em alguma empresa?

Neste post, vamos entender o que é o apagão da mão de obra de TI e o futuro dos profissionais com o desenvolvimento low-code.

Continue conosco!

Apagão da mão de obra de TI: Mito ou realidade?

Um dos principais desafios dos gestores de TI e CIOs refere-se à contratação de profissionais qualificados. 

É certo que a transformação digital modificou os processos existentes em praticamente todos os setores e, por isso, a demanda por profissionais flexíveis e adaptados às novas tecnologias cresceu consideravelmente.

Enquanto há cerca de 11,9 milhões de desempregados no Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a área da Tecnologia da Informação deverá ter aproximadamente 290 mil vagas em aberto até o ano de 2024.

Um estudo realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), aponta que até 2024, a busca por profissionais com habilidades digitais chegará a 70 mil no Brasil. 

Porém, a expectativa é que o número de pessoas formadas com perfil tecnológico no ensino superior, será de 46 mil. Assim, haverá um déficit de 290 mil profissionais.

A mudança deste cenário não é fácil, diga-se de passagem, mas é possível. Por meio de iniciativas promovidas pelo setor há chance de evitar o apagão da mão de obra de TI. 

Leia também: Como montar uma equipe de desenvolvimento produtiva, ágil e enxuta?

O desenvolvimento e a disponibilização de programas de capacitação técnica para jovens recém-inseridos no mercado de trabalho é uma alternativa.

Um desenvolvedor de softwares precisa entender diversas linguagens de programação como, por exemplo:

  • Java
  • Phyton
  • JavaScript
  • C#.
  • NET.

Entre outras.

O estudo realizado pela Brasscom, mostra algumas habilidades específicas que os profissionais de TI devem possuir, além da sua formação. Confira, a seguir:

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De acordo com a Brasscom, a movimentação da produção setorial é estimada em R$ 479,1 bilhões. 

Porém, ainda assim, a área da Tecnologia da Informação sofre com a pouca quantidade de profissionais capacitados.

Mão de obra de TI

A tecnologia Low-Code evitará o apagão de profissionais de TI?

A transformação digital requer celeridade. Por isso, para continuarem competitivas no mercado, as empresas devem investir em desenvolvimento de softwares e soluções de forma ágil.

Como? Explicaremos a seguir!

Embora saibamos que o desenvolvimento de soluções tecnológicas demande alto investimento e conhecimentos avançados em programação, além de serem executados de forma complexa, levando um tempo mais longo até sua conclusão, não podemos deixar de falar sobre a tecnologia Low-Code.

O Low-Code surge com o objetivo de mitigar este “problema”, permitindo o desenvolvimento de soluções de forma ágil, por meio do uso de interfaces gráficas intuitivas.

As plataformas Low-Code não exigem conhecimentos elevados em linguagens de programação, já que a codificação em si, passa a ser secundária durante o processo de desenvolvimento.

A programação com Low-Code ocorre da seguinte maneira: A plataforma dispõe de blocos de programação pré-configurados, de forma que o usuário os arrasta e solta, de acordo com a necessidade da sua construção da aplicação. 

É válido ressaltar, também, que o Low-Code dispensa os processos relacionados à vinculação de bancos de dados, por exemplo.

Segundo a empresa de consultoria, Gartner, 65% da atividade de desenvolvimento de aplicativos será realizada por meio da tecnologia Low-Code em 2024.

Confira, a seguir, alguns dos seus benefícios:

  • Flexibilidade
  • Maiores possibilidades
  • Personalização
  • Autonomia
  • Aceleração do time to market
  • Redução de custos

Entre outros.

Um dos diferenciais da tecnologia low-code é a sua utilização por desenvolvedores cidadãos. Ou seja, aqueles usuários que não possuem conhecimento técnico aprofundado em linguagens de programação, mas que também podem desenvolver aplicações.

Leia também: Ferramentas Low-Code: Conheça algumas plataformas disponíveis

Empresas adeptas à utilização do Low-Code, conseguem alocar profissionais de outros departamentos como “Negócios” para projetos de desenvolvimento de aplicações em plataformas low-code, já que a curva de aprendizado também é rápida.

Sendo assim, com o crescimento da utilização do Low-Code, é provável que não haja o tão temido apagão da mão de obra de TI.

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Anne Coifman

Anne Coifman

Eu sou Jornalista de formação e atuo com Marketing Digital, focada em produção de conteúdo. Apaixonada por leitura, a curiosidade faz parte do meu DNA e a sede por aprendizado constante corre em minhas veias! A área de TI é ampla, possui conteúdos dinâmicos e impactantes que me atraem a cada momento, despertando o interesse em compartilhar as novidades. Espero que gostem dos conteúdos que preparamos para vocês!

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