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Atualizado em 4 de fevereiro de 2021 por Anne Coifman

Quando o assunto é low-code vs no-code, é muito comum que se faça confusão entre os dois termos. Até mesmo empresas que atuam na área de programação de softwares demonstram ter dificuldade para diferenciá-los, mas o fato é que existem grandes distinções entre um conceito e o outro.

Se você pretende substituir os métodos tradicionais para começar a utilizar metodologias ágeis, ou se somente deseja usufruir do benefício de desenvolver aplicativos por meio de plataformas visuais, certamente este conteúdo lhe interessa. Continue a leitura do artigo para conhecer as principais diferenças entre low-code e no-code!

O que é low-code?

Durante muitos anos, quem quisesse trabalhar com programação de softwares e aplicativos precisaria aprender linguagens de códigos bastante complexas, o que abria muita margem para erros e desperdiçava um tempo valioso dos profissionais, das empresas e dos clientes.

Dado o contexto, o low-code, como consta no próprio termo (“pouco” código ou código baixo) consiste no desenvolvimento de sistemas de forma muito mais ágil e com o mínimo de codificação manual.

Isso significa que uma plataforma low-code contém uma grande variedade de funções que complementam os processos pelos quais os desenvolvedores realizam o seu trabalho e utilizam as ferramentas que precisam, o que é muito semelhante a uma IDE (ambiente de desenvolvimento integrado).

De forma simplificada, low-code consiste basicamente no método de arrastar e soltar blocos de códigos visuais — que existem em um determinado projeto — para criar softwares e aplicativos.

Por que usar low-code?

O low-code pode substituir completamente as metodologias de codificação manuais, permitindo que um aplicativo seja feito do zero ao fim sem o uso de recursos tradicionais. Ou seja, os desenvolvedores mais experientes podem realizar o trabalho com inteligência e agilidade, sem desperdiçar tempo em uma codificação repetitiva.

Só isso já seria motivo o suficiente para usar low-code, concorda? No entanto, devido ao fato desse tipo de plataforma permitir que os programadores desenvolvam soluções com muito mais rapidez e economia de recursos, podemos dizer que o low-code também proporciona benefícios como:

  • baixo risco e alto retorno — com processos de segurança mais robustos, suporte multiplataforma e vasta integração de dados já incorporados ao sistema, o profissional pode personalizar com facilidade, o que significa redução de riscos;
  • fácil e rápida implementação — os processos de pré-implementação e as avaliações de impacto de low-code garantem o funcionamento esperado de seus aplicativos, o que diminui a possibilidade de comportamentos inesperados;
  • mais recursos — uma plataforma low-code conta com uma grande variedade de funções que permitem que os programadores terminem o projeto com custos mais baixos e dentro dos prazos de entrega estipulados;
  • responsividade — o low-code permite a criação de aplicativos poderosos, variados e com alto desempenho em qualquer dispositivo, não importa a resolução da tela.

O que é no-code?

Se você não conhece nenhuma linguagem de programação ou quer se livrar de metodologias dessa linha, o no-code é a ferramenta ideal, pois como consta no próprio nome, não utiliza códigos. Tudo o que você precisará para desenvolver um aplicativo já estará presente em uma plataforma no-code.

Para que você tenha uma ideia mais precisa, as plataformas de no-code são bastante parecidas com aqueles programas populares para criar sites ou blogs que muitas empresas têm utilizado por conta dos temas prontos e dos recursos simplificados.

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Assim como esses desenvolvedores de sites “rápidos”, embora seja vantajoso do ponto de vista do fator tempo, o no-code é limitado em relação às possibilidades de personalização. Muitas vezes, eles não contam com nenhuma função exclusiva, e isso pode ser problemático a médio e longo prazo, visto que, na transformação digital, novas tendências são criadas todos os dias.

Low-code vs no-code: quais as principais diferenças?

Como você pôde entender até aqui, uma das principais diferenças entre low-code e no-code está no quesito de interface de usuário, que é o motivo que causa bastante dificuldade de entendimento entre as duas metodologias.

É claro que existem muitos outros pequenos recursos e detalhes que distinguem uma plataforma low-code de uma no-code, mas a maioria dessas diferenças não interfere na experiência de desenvolvimento e na produtividade do profissional de programação.

Não há uma solução melhor do que a outra. A única maneira de descobrir qual alternativa tem mais a ver com a sua forma de trabalhar é testando as duas. Certamente, você terá mais familiaridade com aquela que tiver a ver com o seu perfil de programador.

Low-code vs no-code: quando usar cada linha de programação?

Tanto uma plataforma low-code quanto uma ferramenta de no-code é desenvolvida com o mesmo intuito: promover agilidade aos processos. Ainda que, em um primeiro olhar, tenham semelhanças, cada solução é destinada a propósitos diferentes.

Se você precisa desenvolver sistemas mais sofisticados que executem processos importantes, o low-code é mais indicado. O mesmo se aplica em casos de web autônomos e aplicativos mobile que podem ou não necessitar de integrações mais avançadas.

Na verdade, o fato é que o low-code pode ser usado para aplicações de qualquer natureza. Não é por coincidência que, nos dias atuais, ele é a principal escolha dos programadores. Já o no-code, devido às suas limitações, tem sido mais utilizado em casos de front-end.

A discussão low-code vs no-code não faz muito sentido se levarmos em consideração que, em vez de perder tempo pensando em qual opção é a melhor, os profissionais de TI costumam combinar as plataformas aproveitando o melhor que cada uma tem a oferecer. Por exemplo, quem costuma usar o DevOps, combinar low-code com no-code pode gerar o ambiente ideal para desenvolver aplicativos.

Em um panorama acelerado e competitivo como o atual, é preciso desenvolver soluções tecnológicas cada vez mais rápidas. Nesse aspecto, tanto as plataformas low-code quanto as no-code têm o que é necessário para que a empresa e seus programadores tenham uma grande vantagem competitiva.

Para concluirmos este conteúdo sobre low-code vs no-code, vale destacar que, a não ser que você esteja desenvolvendo softwares que não exijam muita customização, o low-code será sempre a melhor alternativa.

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Anne Coifman

Anne Coifman

Eu sou Jornalista de formação e atuo com Marketing Digital, focada em produção de conteúdo. Apaixonada por leitura, a curiosidade faz parte do meu DNA e a sede por aprendizado constante corre em minhas veias! A área de TI é ampla, possui conteúdos dinâmicos e impactantes que me atraem a cada momento, despertando o interesse em compartilhar as novidades. Espero que gostem dos conteúdos que preparamos para vocês!

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